Vivo amplia fundo Vivo Ventures para R$ 470 milhões e mira IA
15 de dezembro de 2025

Vivo amplia fundo Vivo Ventures para R$ 470 milhões e mira IA

A Vivo anunciou nesta segunda-feira, 15, um incremento de R$ 150 milhões no Vivo Ventures, fundo de Corporate Venture Capital (CVC) com foco em empresas em estágio de crescimento acelerado (growth). Com isso, o fundo passa a operar com o montante de R$ 470 milhões. A operadora informou que a expansão permite que o fundo siga "investindo de forma consistente em empresas inovadoras e escaláveis".

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Além disso, destacou que o foco dos aportes inclui soluções de Inteligência Artificial (IA), além de serviços financeiros, saúde, casa inteligente e energia. O Vivo Ventures foi criado em 2022, com saldo total de R$ 320 milhões. Desde então, o fundo já aportou R$ 230 milhões, por meio de 14 investimentos. Inclusive, sete startups que receberam apoio financeiro do fundo já têm contrato com a Vivo. Outras três empresas estão em negociação para prestar serviços ou atuar como parceira comercial da tele. Neste ano, o Vivo Ventures realizou sete aportes, incluindo o investimento na Asaas, plataforma de soluções financeiras para pequenas e médias empresas (PMEs), e na 180 Seguros, startup dedicada a área de seguros.

"A ampliação do fundo reforça o nosso CVC como parte integral da estratégia da Vivo. Entramos em uma nova fase do Vivo Ventures: mais capital, mais proximidade estratégica e maior ambição", afirma Phillip Trauer, diretor do Vivo Ventures e da Wayra Brasil (a Wayra, vale lembrar, é o fundo da operadora para startups em estágio inicial, ou early stage).

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Já está no ar a edição anual 2025 do relatório Ecossistema de Inovação Aberta e CVC no Brasil, produzido pela Sling Hub e com apoio da ABCVC. O consolidado de 2025 registra US$ 4,5B investidos em startups brasileiras, em 459 rodadas. Dentro desse total, rodadas com participação corporativa somaram US$ 2,06B (46%), concentradas em 48 rodadas (10%) — sinal de alocação corporativa em menos operações e de maior ticket. Na comparação com 2024, a retração foi mais forte na atividade do que no volume: -22% em rodadas e -13% em volume, com 367 investidores em 2025.

"Com esse maior amadurecimento das nossas operações, reforçamos nosso comprometimento em apoiar startups e construir soluções tecnológicas que virem produto, receita e vantagem competitiva para a Vivo", complementa o executivo.

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